PARABÉNS PALMEIRAS

Cuca (Foto: Marcos Ribolli)
Cuca se emocionou e
disse que trocaria título
pelas vidas das vítimas
(Foto: Marcos Ribolli)
O técnico Cuca está muito emocionado sobre a tragédia no voo que levava a delegação da Chapecoense para a final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional, em Medellín. Cuca disse que trocaria o título conquistado pelas vidas perdidas no acidente. 
– Se eu pudesse trocar o título do Palmeiras pela vida dos jogadores, comissão e diretoria da Chapecoense, eu o faria!  Esse campeonato para mim perdeu a graça! Agora é só rezar mesmo e pedir a Deus para que conforte todos eles!   O Caio Júnior, o Mário Sérgio, o Victorino Chermont, o presidente Delfim (Peixoto). Enfim, todos que estavam viajando a trabalho,  afirmou, em entrevista à imprensa o técnico Cuca.

Cuca contou ainda que teve contato direto com Alan Ruschel na partida entre as duas equipes, no último domingo. Alan Ruschel foi um dos poucos sobreviventes do acidente.
– Estou perdidão, baqueado. Há 48 horas atrás estávamos jogando. Estava calor, o Alan Ruschel veio me pedir um copo de água no segundo tempo.  Hoje está acontecendo toda essa tragédia! É um baque muito grande! Logo Caio Júnior, pessoal da imprensa... Nossa Senhora. É uma perda muito grande... Continue lendo...

DEPOIS DO SUSTO O VASCO DA GAMA VOLTA À SÉRIE A



O vascaíno saiu neste sábado 26/11 do Maracanã com uma grande alegria, mas cercado de uma grande dúvida, será que o time vai dar conta do recado na série A? Esta imensa torcida, uma das maiores do Brasil, levando-se em conta que não tem o apoio da mídia de um modo geral, lotou o maior estádio do Brasil, mas com a certeza de que muita coisa precisa mudar para reencontrar o Vasco vitorioso. O Vasco tetracampeão brasileiro. O Vasco que  esta torcida aprendeu a amar, a Vasco do amor lusófilo! Com a vitória por 2 a 1 sobre o Ceará, o Vasco se despediu da série B, mas não covenceu os mais de 56 mil torcedores que apoiaram o time sem deixar de manifestar a insatisfação pelo sofrimento até aos 45 minutos finais da temporada.

O risco de permanecer  na Segunda Divisão somado aos preços mais baixos dos ingressos fez com que os torcedores vascaínos se reunissem no Maracanã. Desde o início da tarde, as ruas nos arredores dos estádios de São Januário e Maracanã foram tomadas por camisas cruzmaltinas.

Quando o time entrou no estádio do maracanã, Nenê foi o mais ovacionado. Diguinho e Jorge Henrique muito vaiados, assim como Aislan entre os reservas. Já nos minutos iniciais, até passe certo no campo ofensivo era comemorado, mas... Continue lendo...
Vasco x Ceará Torcida Vasco Maracanã (Foto: André Durão)



Portugueses trabalham cada vez mais horas, saúde e família em risco

Em Portugal, trabalha-se cada vez mais horas, que no restante da Europa, principalmente a nível de quadros e chefias, um esforço que reflete muito nas  relações familiares e na saúde, alerta o psiquiatra Pedro Afonso.

O aumento do tempo passado nos locais de trabalho tem aumentado a incidência da hipertensão, as doenças cardiovasculares e os diabetes. Os casos de depressão, ansiedade e insônia, também têm a ver com este excesso, afirmou Pedro Afonso.

Pedro Afonso é o orador num debate organizado hoje, 24/11/16, pela Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE), sobre o tema O impacto do excesso de carga horária laboral na saúde psíquica e na vida familiar.

Professor de psiquiatria na Faculdade de Medicina de Lisboa, no Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica e na AESE-Business School, Pedro Afonso aponta um estudo desenvolvido na Escola de Negócios segundo o qual 53% dos inquiridos trabalhava mais do que a carga horária média.

A AESE é a primeira Escola de Negócios de Portugal e dedica-se à formação específica em comando e gestão de empresas. Segundo Pedro Afonso para o estudo foi utilizada o critério da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que estabelece 48 horas de trabalho semanais como carga máxima, sendo que a maioria dos portugueses entrevistados trabalhava 54.

Isto é um fenômeno cultural português em todas as profissões e quem não fica mais horas trabalhando, logo é censurado, tanto pelos seus companheiros como pelas próprias chefias.

Ainda segundo este estudo, que será divulgado brevemente, são os cargos de chefia os que mais trabalham.

E por isso, segundo Pedro Afonso, 11% dos entrevistados, tomava ansiolíticos e antidepressivos, o que é considerado muito pois a média etária estava nos  40 anos. Esta situação por si só explica explica o por quê de Portugal ser o principal consumidor...Continue lendo...